O Metaverso no futuro da Educação
- William Amorim
- 26 de abr. de 2022
- 1 min de leitura


Alunos de programação participam de aula no metaverso da Digital House, hospedado no Horizon Workrooms (Foto: Divulgação/Digital House)
Imagine que você é um estudante de astronomia. Em uma aula sobre a Via Láctea, o professor leva a turma para pisar no solo de Marte, andar pelos anéis de Saturno e conhecer de perto Plutão. Você e seus colegas podem ver cada detalhe e sentir que fizeram, de fato, uma viagem espacial, sem sair da sala de aula.
Essa é uma das aplicações possíveis para o metaverso na educação. Desde outubro do ano passado, quando o Facebook anunciou a mudança de nome para Meta, esse foi um dos principais setores a se agitar com a novidade. Pesquisadores da área já imaginavam que uma convergência das tecnologias estava para acontecer, e o processo se acelerou com a pandemia e a redução das aulas in loco. Agora, com o retorno das atividades presenciais, o mercado está experimentando novos formatos e modelos de ensino.
“O metaverso apresenta uma forma diferente de interação com o conteúdo, mais imersiva do que o formato bidimensional do computador”, afirma. “A ideia é possibilitar atividades que não seriam possíveis numa aula presencial ou no ensino remoto.” Outro exemplo dado pelo biólogo é o treinamento de ressonância magnética. Tradicionalmente, a aula tem como base um equipamento que custa milhões de dólares e envolve radiação, o que pode causar riscos à saúde dos alunos.
Para Gusmão, a realidade virtual surge para tornar o aprendizado mais seguro e produtivo. O melhor formato, diz, seria o híbrido, misturando aulas presenciais e virtuais, com aplicações que “façam sentido”.
Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2022/04/como-o-metaverso-vai-impactar-educacao.html Acesso em: 26/04/2022



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